CBDA, Natação, Polo Aquático, Maratonas Aquáticas, Saltos Ornamentais

CBDA

15/05/2018 11:04:44

Estrelas do Esporte: Luiz Fernando Coelho


Vice-presidente da CBDA é o entrevistado do estrelas do esporte

Foto: CBDA/Divulgação Estrelas do Esporte: Luiz Fernando Coelho
15/05/2018 11:04:44

(Rio de Janeiro, 15 de maio de 2018) “Tenho uma obrigação, como funcionário público e integrante da Polícia Militar, ainda maior de levar ética à CBDA”. A frase é de Luiz Fernando Coelho de Oliveira, ex-presidente da Federação Aquática Pernambucana e atual vice-presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, eleito em junho do ano passado. Coelho defende a transparência e a nova maneira de governar da Confederação e acredita que pode levar sua experiência para os próximos anos de gestão.

Formado em administração e em direito, policial militar de destaque em Pernambuco, Coelho começou a nadar aos 11 anos. Apesar de não ter figurado em seleções brasileiras, fez sucesso como nadador no militarismo: foi bicampeão brasileiro na competição entre policiais militares e bombeiros. Por três anos foi presidente da Federação Aquática Pernambucana, organizou as contas da entidade e, no ano passado, passou a integrar o quadro da diretoria da CBDA.

Confira a entrevista com o vice-presidente da CBDA

Qual foi seu primeiro contato com o esporte?

Como vários nadadores, comecei a nadar no colégio, mas acabei entrando no esporte um pouco tarde, aos 11 anos. Gostei muito e insisti ao meu pai para passar a treinar em um clube. Queria participar de competições, crescer na modalidade. Foi então que o Clube Português de Recife me acolheu e onde tive a oportunidade de aprender muito com o grande Alexandre Pussieldi. Nadei com ele até os 18, quando passei para o concurso da Polícia Militar.

Como você dividiu sua trajetória no esporte com a Polícia Militar?

Ficava meio complicado, mas não cheguei a ser um atleta de alto-rendimento em nível de clube e seleção brasileira. Acabei me destacando no nicho da Polícia Militar. Foi bicampeão brasileiro pela Polícia Militar. Depois de um tempo, ainda trabalhando como policial, tive a oportunidade de ser técnico de natação, com os novos cadetes.

Como foi essa transição de atleta para técnico?

Foi tudo muito rápido. Gostava muito dessa função e conseguimos algumas vitórias com os atletas de lá. Foi bem legal, mas tive que deixar um pouco de lado para me dedicar mais à Polícia Militar.

Como que você passou de técnico para dirigente?

Depois de certo tempo, em 2013, já formado, fui convidado para trabalhar na Federação Universitária. Como havia uma relação boa com a Federação Aquática de Pernambuco, o antigo presidente me convidou para que eu concorresse ao cargo. Decidi aceitar o cargo e fui apoiado pela comunidade no estado.

Como foi seu trabalho à frente da Federação?

Minha primeira missão era colocar todas as certidões em dia para que conseguíssemos patrocínio. Sem esse planejamento, no esporte, nada é possível. Colocando a Federação em ordem, nós podemos pensar em crescimento. Mas isso não é fácil. Trabalhamos duro até que a entidade estivesse em ordem e, quando deixei a presidência, a terra estava planada e as sementes plantadas para que o futuro do esporte seja muito bom.

Como você pretende trazer essa experiência para a CBDA?

Tento trazer essa minha experiência de regularização em Pernambuco, agora em nível de CBDA. Primeiro pela minha formação em direito e administração. Depois, tenho uma obrigação, como funcionário público e integrante da Polícia Militar, ainda maior de levar ética à CBDA. Posso contribuir um pouco mais para a CBDA para o nível de gestão. Toda contribuição é válida. Acredito muito nessa nova mentalidade de complience e governança que estamos implantando.


Departamento de Comunicação - CBDA